Praga, 26 de dezembro de 2016
(O som também desperta o pensar)
Bom dia, quase não é.
Começamos bem o ano, mas a noite já caiu.
Ora ora, não conspiremos. Algo me assola. Infiltra-se.
Parece um pirata.
O tempo presente, os homens presentes.
Por que penso em primatas?
Preciso ir à estação ferroviária.
Passo por Lipanská. Desço em Námësti Republiky.
Quero ver a rota turística
onde outrora tramaram os comunistas. Com o fascínio,
veio o declínio. Haverá futuro nesse presente?
No Tram, sigo para Hlavní Nádrazi.
Mas Flora é uma parada que me desperta.
Como uma flor latina nessa língua eslava tão sonora.
O comboio para Budapeste já vai sair. Preciso ir.
Adeus.
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Praga, 26 de dezembro de 2016
(O som também desperta o pensar)
Bom dia, quase não é.
Começamos bem o ano, mas a noite já caiu.
Ora ora, não conspiremos. Algo me assola. Infiltra-se.
Parece um pirata.
O tempo presente, os homens presentes.
Por que penso em primatas?
Preciso ir à estação ferroviária.
Passo por Lipanská. Desço em Námësti Republiky.
Quero ver a rota turística
onde outrora tramaram os comunistas. Com o fascínio,
veio o declínio. Haverá futuro nesse presente?
No Tram, sigo para Hlavní Nádrazi.
Mas Flora é uma parada que me desperta.
Como uma flor latina nessa língua eslava tão sonora.
O comboio para Budapeste já vai sair. Preciso ir.
Adeus.