Ai!
Na aparência de um viver,
Na imagem de um sofrer,
Alguém
Além
Nunca mais…nunca mais…
Sozinha me deixou!
Qual cego fui sombra
Perdida,
no destino,
Da própria vida.
Continuidade…
A desdobrar-se
curva a curva,
amargurada busco
o meu amor,
Que já não há.